segunda-feira, 21 de junho de 2010

Profissão de Fé!

Confesso!



Sou mesmo um escritor e um filosofo Anarquista. Não escrevo para o leitor ou para o consumidor, escrevo para pensadores.

Não escrevo para ser admirado, fazer isso seria romper com a razão pela qual escrevo. Escrever para ser admirado pelo leitor, significa dizer que o escritor está a procura de sucesso e fama, e, por conseguinte, a procura de riqueza. Escrever por dinheiro é prostituir a si e corrompe a obra.

Quando o artista realiza sua arte por dinheiro, para sustentação financeira, corrompe a razão da arte. Passa a escrever para agradar o leitor. Por isso é hilário que o escritor ainda queira direito autoral. É um absurdo somente aceito em cultura primária de percepção embotada.

Um sábio não cometerá qualquer dessas atrocidades.

* * *

Sou um inquieto.



Desde que li Ruy Barbosa, botei a boca no mundo à falar. E, como argumento de motivação, alguém tem que se permitir julgar. Na contra mão da máxima “não julgueis para não serdes julgados”; o ‘criticante’ se conscientiza de que é preciso apontar o que está sendo ignorado. Já consciente de que será muito mais julgado em sua pessoa.

O criticante, entretanto, é uma fase, como, aliás, (em homenagem a professora de Português, Albertina), tudo na vida. Sabe muito criticar, no entanto, passa a considerar desnecessário. Passa, então, a dar pequenos toques, mini conselhos, na indicação de uma forma e/ou maneira de fazer melhor.
Nesse ponto há a possibilidade de nascer o escritor, ou o filosofo, ou o líder, ou o derrotado. Por que ou o Ente assume a responsabilidade de seus atos, palavras e idéias, ou passa a vida a fazer o que os outros mandam.

O materialista se apropria desse pensamento para justificar a luta pelo poder. Mas isso é, em si, uma tolice.

O Ser Desperto não luta, o Ser Desperto, atua.

Um comentário:

Anônimo disse...

....filosofo Anarquista... nau escrevo para o leitor ou para o consumidor, escrevo para pensadores....Adorei essa frase...bjx


Míriam